Hoje me deparei com uma cena e me perguntei se já não havia visto esse filme antes. Uma amiga linda... Mas seu rosto não era o mesmo, seu olhar não tinha o mesmo brilho, a não ser por causa de uma lágrima que insistia em cair... Aquilo ali me doeu mais do que eu imaginaria... Era como se estivesse me vendo ao espelho, e tudo voltou a minha mente, como um flash back.
Porque o coração é tão bobo, tão frágil, que se despedaça como uma janela de cristal ao receber uma pedrada, porque não ser como uma janela de aço, por exemplo, dura e fria?
Ao presenciar esta cena, as marcas no meu peito voltaram a ficar visíveis. Machucada pela vida, que definhava a cada minuto, sem que eu me importasse com isso. Chorava sozinha na escuridão da noite, tentava ocultar a dor que estava me matando dilacerando meu peito.
Mas foram tantas decepções, tantos “nãos” que medo talvez não tome mais conta do coração. Cheguei à conclusão que é preciso ser pobre de sentimentos bonitos, amores que todos desejam. Não queria remoer o passado, mas é inevitável. Tento não querer saber do futuro ou do que se refere à vida, pensar no “hoje”, sem questionar os princípios, os meios e os fins...
Eles são tão mais espertos, não se apegam, não reclamam, não pedem, não choram, nem sequer se permitem sentir saudade, ao contrário da gente. E assim sou eu, sempre agi por impulso, movida por sentimentos reais que dominavam até meus mais simples gestos.
Hoje estou tentando dignamente seguir minha vida sem pensar nas surpresas que ela pode me trazer. Existe um ditado que diz: “A vida é uma caixinha de surpresas”... Mas percebi que não é a vida e sim as pessoas que são caixinhas de surpresas, e aprendi que quem mais nos magoa é quem mais gostamos ou quem mais diz gostar de gente.
Aprendi muito com tudo isso e diante dos fatos de hoje, vi que sou a única a ser assim, a sofrer por quem talvez não mereça... E falo com toda certeza a essa “amiga” que não vale sofrer por quem não merece, é inútil, até porque só nos responsabilizamos pelo nosso sentimento, nunca pelo do outro e isso não é doença, é AMOR, infelizmente.
E o que vele nesse momento: SER FELIZ e seguir em frente. Reconstruir a janela de cristal e não desistir de ter um vitral, mesmo sem a beleza e transparência de antes, mas sem desistir da doce ilusão, fantasia da realidade, que domina nosso coração... Afinal, um sonho não precisa acabar só porque se despertou.
A você “amiga”, por Kelen Cabral
Porque o coração é tão bobo, tão frágil, que se despedaça como uma janela de cristal ao receber uma pedrada, porque não ser como uma janela de aço, por exemplo, dura e fria?
Ao presenciar esta cena, as marcas no meu peito voltaram a ficar visíveis. Machucada pela vida, que definhava a cada minuto, sem que eu me importasse com isso. Chorava sozinha na escuridão da noite, tentava ocultar a dor que estava me matando dilacerando meu peito.
Mas foram tantas decepções, tantos “nãos” que medo talvez não tome mais conta do coração. Cheguei à conclusão que é preciso ser pobre de sentimentos bonitos, amores que todos desejam. Não queria remoer o passado, mas é inevitável. Tento não querer saber do futuro ou do que se refere à vida, pensar no “hoje”, sem questionar os princípios, os meios e os fins...
Eles são tão mais espertos, não se apegam, não reclamam, não pedem, não choram, nem sequer se permitem sentir saudade, ao contrário da gente. E assim sou eu, sempre agi por impulso, movida por sentimentos reais que dominavam até meus mais simples gestos.
Hoje estou tentando dignamente seguir minha vida sem pensar nas surpresas que ela pode me trazer. Existe um ditado que diz: “A vida é uma caixinha de surpresas”... Mas percebi que não é a vida e sim as pessoas que são caixinhas de surpresas, e aprendi que quem mais nos magoa é quem mais gostamos ou quem mais diz gostar de gente.
Aprendi muito com tudo isso e diante dos fatos de hoje, vi que sou a única a ser assim, a sofrer por quem talvez não mereça... E falo com toda certeza a essa “amiga” que não vale sofrer por quem não merece, é inútil, até porque só nos responsabilizamos pelo nosso sentimento, nunca pelo do outro e isso não é doença, é AMOR, infelizmente.
E o que vele nesse momento: SER FELIZ e seguir em frente. Reconstruir a janela de cristal e não desistir de ter um vitral, mesmo sem a beleza e transparência de antes, mas sem desistir da doce ilusão, fantasia da realidade, que domina nosso coração... Afinal, um sonho não precisa acabar só porque se despertou.
A você “amiga”, por Kelen Cabral
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